A Floresta, o Mistério....
Lucas anda pela floresta. Ouvindo a voz da mulher desconhecida, segue o caminho sem destino. Árvores de vários tipos, algumas ele conhece e outras não. Lembra das aulas que teve no último ano letivo. O professor Pity falou sobre os tipos de árvores que havia na floresta, falou sobre tipos de plantas que são descobertas todos os dias não só nessa floresta, mas no mundo.
A mãe adotiva aparece na memória em todos os momentos, sente saudade. Lembra que não terminou alguns afazeres para o pai. Continua a andar. Passa por vários animais, plantas, pássaros, pequenos rios. Tudo tão verde, azul e bonito. O sol no alto. Sempre brilhando. A voz da mulher fica mais fraca a cada passo. Cansado, resolve parar. Encosta-se a uma árvore, a mais velha que ele encontra. Não sabia que tinha andado tanto em tão pouco tempo. Estava chegando ao centro da grande floresta, pelo menos, é o que ele acredita. Nunca ninguém atravessou a floresta, animais perigosos são encontrados perto da cidade, poucas pessoas andam pela floresta. Lucas abre a mochila e pega uma maçã. A primeira mordida o faz lembrar-se de um dia que brincou com o pai adotivo perto da floresta, ele correndo atrás de uma bola que o pai lançou acaba caindo e machucando o braço. Tinha uma onça perto de onde eles estavam, sentiu o cheiro e ouviu o barulho que eles estavam fazendo. A onça correu até Lucas, o pai tentou protegê-lo. Uma luta impressionante. A onça perdeu, mas o pai de Lucas ficou bastante machucado. À segunda mordida, ouve um barulho atrás dele. Olha para todos os cantos, nada.
Levanta e pega a mochila desconfiado. Recomeça a andar em passos largos, sempre olhando para todos os lados. Sente que tem alguém o vigiando, o seguindo. Anda por alguns minutos, a sensação continua. Para e joga a mochila no chão e grita:
--- Tem alguém ai? Se tiver, apareça!
Nenhuma resposta. Lucas pega a mochila e percebe que alguém esté atrás dele. Pega a espada guardada na bainha na calça. Ouve a voz do homem atrás:
--- Faça mais algum movimento e morra!
Lucas fica paralisado. A raiva contida, pensa em usar magia. O homem lê o pensamento de Lucas, rindo fala:
--- Durma bem, Elfo!
Bate com um porrete na cabeça de Lucas.
A batida foi tão forte que ele perde as forças e fica desorientado. O homem olha para Lucas e percebe que o trabalho só estava começando.
ual,
ResponderExcluirnem sabia que vc escrevia assim.