domingo, 25 de julho de 2010

AVISO


Pessoal, a 2° edição da Revista Digital FANTÁSTICA foi lançada (23/07)
http://revistafantastica.com/

sábado, 17 de julho de 2010

Cap 04

Uma parte da nova Vida

Lucas olha para o rosto da mulher misteriosa, esquece a faca que está bem perto do seu pescoço, o mundo começa a ficar sem sentido, encosta-se na arvore e escorrega até sentar no chão frio. A mulher olha para ele confusa. O coelho na mochila faz barulho, a mulher pega a mochila do braço de Lucas, ele não tem nenhuma reação. Ela abre a mochila e encontra seu animal de estimação.

---- Lux te encontrei!!!!

A felicidade mostra uma nova face daquela mulher misteriosa. Seu belo sorriso fez Lucas a admira - lá por vários segundos. A mulher olha para o machucado e sua expressão muda. Preocupação preenche aquele belo rosto, analisa cada detalhe das ataduras, percebi que Lux não sofria.

Ela olha Lucas, oferece a mão. Lucas a segura; senti uma sensação estranha, sem tirar o olhar dos olhos da mulher misteriosa. Ela fala:

--- Obrigada por ajudar meu coelho!

Meu nome é Luna, sou uma guerreira do Templo da Luz! E você não me respondeu, de que clã você pertence jovem elfo?

Lucas volta a cair no chão, uma grande dor em seu coração. Uma imagem em sua mente, uma mulher, não consegue ver o rosto. Começa a se bater no chão, um calor insuportável. Quase sem forças grita:

---- Soleneeeeeeee

Lucas desmaia, sem perceber que quase mata Luna com uma explosão de energia, extremamente quente.

Ele está em um vilarejo, com casas pequenas, feitas de madeiras, algumas tinham janelas, de cores diferentes verde, azul, laranja, amarela. Pequenos jardins na frente da maioria das casas. Crianças de cabelos bastante lisos, de várias cores, correm ao redor dele. As crianças brincam, cantam, cada uma com belos sorrisos, só que uma chama a atenção de Lucas. Uma menina de cabelos rosa claro, olhos azuis, um pele rosa clara, um lábio bastante fino, tinha mais ou menos 1,50 metro, não muito magra. Seu olhar não é de fúria nem de felicidade, é a única que olha bem nós olhos dele. Ele anda até a menina, tenta passar pelas crianças e consegue, mas passa pelas crianças como um fantasma. A menina abre um sorriso de leve e fala:

---- Acorde Buscador dos Sonhos! A realidade é bem mais interessante, te espero na Fonte dos Três Templos.

Com um pulo Lucas acorda e ver que está dentro de uma barraca, enrolado em um lençol e o coelho Lux o observando. Confuso tenta pensar no sonho. Sabia que não conhecia a menina e nem sabia onde fica essa tal Fonte dos Três Templos, mas a sensação em seu coração diz que a menina era alguém importante e que tinha que encontra - lá.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Sonhos e um pouco de Verdade

Lucas encontra-se em uma floresta, com uma camisa azul celeste, um short branco, uma sandália azul, em seu braço tem um bracelete branco com detalhes azuis safira. Olhando para todos os lados ele percebi que não sabe onde está. Fica confuso, perdido entre as lembranças. Ver um vulto. Percebi que tem alguém perto dele. Quando olha ver uma mulher, de olhos verdes, cabelos castanhos claros, branca, alta, usando um vestido rosa claro com vários detalhes em prata. Fica olhando para mulher. Ela não parece perceber que Lucas a olhava. Então Lucas anda até ela, com um susto ela olha para ele, o rosto dela muda, fica com uma expressão de raiva. Lucas não entende, mas dar um passo para trás. A mulher pega uma faca escondida no vestido e tenta acertar ele.

Lucas acorda em um bosque assustado. Tenta lembrar o que aconteceu com ele. Fica confuso. Ele percebe que estava sonhando, estava com a mesma roupa que saiu da casa dos pais adotivos. Uma camisa marrom de botões, uma calça jeans azul escuro e os tênis pretos.

Ele não sabia quem era a mulher do sonho, nunca a viu na vida. Ficou pensando que roupa era aquela que ele estava usando. Até que ver o bracelete no braço. O susto foi o primeiro sinal. Ele não sabia como ou quem teria colocado o bracelete nele. Tentou tirar, mas o bracelete não tinha nenhum dispositivo de encaixe.

O desenho no bracelete era como uma floresta, toda desenhada em detalhes brancos. Vários formatos de arvores e tinha 10 pedras brancas pelo bracelete. É lindo, só que de quem era e porque estava no braço dele? Perguntas sem respostas surgem na cabeça dele.

Lucas encosta-se em uma arvore. Olha para todo o redor. Fica surpreso, árvores de várias cores, plantas que ele não conhecia e um coelho azul olhando para ele. Lucas anda até o coelho e ver que está ferido. Fala:

--- Amiguinho, me deixe ver seu machucado!

O coelho não corre, fica parado. Lucas o pega levando ao colo. Ver o machucado. Pega a mochila e tirar uma caixa. Dentro tem alguns remédios e faixas limpas. Ele passa um remédio pelo machucado do coelho, limpa bem o local e depois enfaixa a perna do coelho. Pergunta:

---Quem te fez isso amiguinho?

Lucas tinha duas certezas no momento. Não sabia onde estava e que o lugar podia ter algo de perigoso.

Ele pega a mochila no chão, com o coelho no colo, anda sem rumo. Árvores bastantes velhas por todo o caminho, o coelho não fez nenhum movimento. Lucas olha para o céu e ver que já está anoitecendo. Sabe que não deve passar a noite na floresta, porque é bastante perigoso. Ele não tem medo, porém seria burrice da parte dele ser uma preza fácil. Coloca a mochila do lado de uma árvore, o coelho dentro da mochila e sobe na árvore. Quando chega ao topo, vê a grande floresta, fica impressionado com o tamanho dela. Uma fumaça sobe pelas arvore . Tinha alguém perto. Resolvi averiguar. Desci da árvore, pega a mochila com o coelho e anda em direção a fumaça.

Não demorou muito, encontrou a fogueira. Não tinha ninguém ao redor. Tinha duas barracas, uma do lado da outra. Lucas ouve vozes, esconde-se atrás de uma árvore. Duas pessoas aparecem, um homem e uma mulher. O homem não parece ser mais velho que Lucas, parece ter a idade que ele tem. A mulher deixa Lucas assustado, é a mulher do sonho dele, ela usa a mesma roupa do sonho. Lucas fica observando os dois conversando. Parece que a mulher perdeu alguma coisa. Seu rosto de raiva mostra que perdeu algo importante. O coelho dentro da mochila faz barulho. Lucas fica paralisado, porque o homem e a mulher param de conversar. Lucas começa a pensar no vento. Qualquer coisa ele teria que se defender. Lucas olha na direção da fogueira. Não tinha mais ninguém no acampamento. Uma voz o surpreende:

--- Quem é você?

A mulher bem na frente dele com uma faca bem afiada no pescoço de Lucas. Ele fica paralisado com a investida da mulher, não sentiu a presença dela, nem viu quando ela chegou perto dele. Lucas fala:

--- Eu vi a fumaça de cima de uma árvore, preciso encontrar um lugar para dormir, já está anoitecendo.

A mulher olha bem para os olhos de Lucas. Seu rosto é bem branco, liso, um lábio bem rosa e fino. Pergunta:

--- De que clã é você, elfo?

terça-feira, 22 de junho de 2010

A Floresta, o Mistério....

Lucas anda pela floresta. Ouvindo a voz da mulher desconhecida, segue o caminho sem destino. Árvores de vários tipos, algumas ele conhece e outras não. Lembra das aulas que teve no último ano letivo. O professor Pity falou sobre os tipos de árvores que havia na floresta, falou sobre tipos de plantas que são descobertas todos os dias não só nessa floresta, mas no mundo.

A mãe adotiva aparece na memória em todos os momentos, sente saudade. Lembra que não terminou alguns afazeres para o pai. Continua a andar. Passa por vários animais, plantas, pássaros, pequenos rios. Tudo tão verde, azul e bonito. O sol no alto. Sempre brilhando. A voz da mulher fica mais fraca a cada passo. Cansado, resolve parar. Encosta-se a uma árvore, a mais velha que ele encontra. Não sabia que tinha andado tanto em tão pouco tempo. Estava chegando ao centro da grande floresta, pelo menos, é o que ele acredita. Nunca ninguém atravessou a floresta, animais perigosos são encontrados perto da cidade, poucas pessoas andam pela floresta. Lucas abre a mochila e pega uma maçã. A primeira mordida o faz lembrar-se de um dia que brincou com o pai adotivo perto da floresta, ele correndo atrás de uma bola que o pai lançou acaba caindo e machucando o braço. Tinha uma onça perto de onde eles estavam, sentiu o cheiro e ouviu o barulho que eles estavam fazendo. A onça correu até Lucas, o pai tentou protegê-lo. Uma luta impressionante. A onça perdeu, mas o pai de Lucas ficou bastante machucado. À segunda mordida, ouve um barulho atrás dele. Olha para todos os cantos, nada.

Levanta e pega a mochila desconfiado. Recomeça a andar em passos largos, sempre olhando para todos os lados. Sente que tem alguém o vigiando, o seguindo. Anda por alguns minutos, a sensação continua. Para e joga a mochila no chão e grita:

--- Tem alguém ai? Se tiver, apareça!

Nenhuma resposta. Lucas pega a mochila e percebe que alguém esté atrás dele. Pega a espada guardada na bainha na calça. Ouve a voz do homem atrás:

--- Faça mais algum movimento e morra!

Lucas fica paralisado. A raiva contida, pensa em usar magia. O homem lê o pensamento de Lucas, rindo fala:

--- Durma bem, Elfo!

Bate com um porrete na cabeça de Lucas.

A batida foi tão forte que ele perde as forças e fica desorientado. O homem olha para Lucas e percebe que o trabalho só estava começando.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Passado e Presente

Quando ele completou 17 anos ele sentiu uma energia dentro dele, ele não sabia explicar, mas depois desse fato ele começou a usar magia. Ele podia controlar o fogo com as palmas das mãos, mergulhar no lago próximo a casa dele e ficar por vários minutos nas profundezas e não sentia vontade de respirar, invocar o vento para tirar algum mau cheiro e pedir à terra que se abrisse para que ele pudesse plantar as sementes para a colheita.

Quando Lucas completou 19 anos seus pais adotivos contaram que o haviam encontrado perto da floresta com um bilhete dizendo:
– Por favor, cuide do meu mais precioso presente.
Lucas ficou chateado com os pais adotivos na hora, mas entendeu que os pais o amavam tanto que eles não queriam perdê-lo.
Agora Lucas tem 21 anos. Pensando na voz que sempre ouve quando vai à floresta resolveu pedir ao pai um tempo para tentar encontrar a verdadeira família. O pai adotivo aceitou o pedido sem questionar. Só fez um pedido:
– Volte um dia, meu filho, sua mãe ficará muito feliz nesse dia, você sabe que ela sentirá muito sua falta.
Lucas organizou tudo que precisava para partir. Após despedir-se de sua mãe, andou em direção à floresta. Quando passou a primeira árvore e perdeu de vista seus pais adotivos começou a ouvir mais uma vez a voz da mulher que sempre lhe pedia perdão.
Lucas não tem controle do poder que tem. As tentativas de controlar foram catastróficas, queimou alguns móveis do quarto, quebrou o chão do quarto invocando a terra, entre outros acidentes. Ele nunca tentou saber se tinha mais algum poder, além de controlar o fogo, a terra, a água e o vento. Mas ele sabe de algum modo que não são só esses.

O Elfo e sua longa busca!

Prólogo

Entre a grande floresta Gatlhord e pela cidade Galhy, Lucas anda em busca da sua verdadeira história. Ele não tem conhecimento de quem é ou qual seria a verdadeira origem dele. A única coisa que ele sabe de si mesmo é que não é humano. Andou por vários meses pela floresta em busca de respostas que não sabia como, mas tinha a certeza que aquela floresta não era normal, igual a ele.

Seus pais adotivos o amam. Vivem em uma casa bem estruturada, sempre com comida e com muito carinho. Sua mãe adotiva teve dois filhos - um menino e uma menina, mas eles foram sequestrados antes mesmo de completar um ano de vida. Seu pai adotivo é um comerciante, ele é forte, leal e acima de tudo um homem com princípios fortes, ninguém nunca tentou ir contra ele. Lucas tem de tudo, nunca faltou nada, só que ele sabe que ele é diferente. Ele sabe que é o único que tem orelhas puxadas, o cabelo preto extremamente brilhante e olhos azuis bem profundos, alto e forte, nunca foi de conversar muito, porque todos fazem perguntas que ele não gosta.

Por que eu sou diferente de todos?. Essa é a pergunta que nunca teve resposta, sendo que Lucas perguntou várias vezes aos pais adotivos. Ser tão diferente não é a única coisa que o incomoda. Ele ouve vozes o chamando. Quando Lucas vai à floresta ele ouve uma voz de uma mulher o chamando, implorando perdão, mas nunca fala o nome por mais que Lucas implore, ela não diz.